28 agosto 2009

UMA PARTE DA MINHA VIDA

As vezes nós reclamamos por não ter tempo para nós. Eu vivia assim reclamando que não tinha tempo, Rodrigo e eu trabalhava quase a semana toda na igreja, e as vezes eu me sentia sufocada com tudo isso, via que não tinha vida.
Estou passando por uma fase financeira muito difícil, temos que cortar todo tipo de gasto, de bobeiras a combustível entre outras coisas.Nesse mês decidimos segurar o máximo que puder, porque as contas estão aumentando, e temos que acertar isso.Estamos apertado porque eu sai de um emprego que pagava o dobro do que ganho hoje, estava ficando muito doente lá, não tinha saída.
Uma das decisões é cortar alguns trabalhos que fazemos na igreja, um deles é os ensaios técnicos de sexta com a equipe de louvor e cultos nas terças, tivemos que escolher um dia da semana para ir na nossa igreja e domingo, mais do que isso não podemos, pois estamos gastando muito com combustível, não estamos conseguindo pagar.Um pedaço de mim eu entreguei ontem, quando tive que avisar ao grupo de louvor que Rodrigo e eu não poderíamos estar muito presente, abriu um vazio no meu coração e uma tristeza muito grande.Aquele tempo que eu reclamava agora tenho por não poder ir a igreja, mas agora vejo que não quero mais esse tempo, quero minha vida com Deus, sempre que der.

26 agosto 2009

Um nome para um ministério

 
Olá povo de Deus. Uma coisa que tem tirado o meu sono é o nome para o ministério que participo. Varios nomes já foram aprovados, mas ja existiam, até postei os que sobraram, mas não passaram pelo crivo criatividade. Sei que o ministério com nome ou sem, está meio parado. Queria colocar um nome para começar a dar nome aos bois. Agora tenho medo de que este nome venha a separar aqueles que já estão devagar. Meu objetivo com este nome é transpor barreiras criadas pelo diabo. É fazer o ministério crescer exponencialmente, através de estudos e pratica profissional. Eu sou fã do trabalho de Joel Houston que batalha por um movimento e não por um ministério. A idéia aqui é criar um movimento adorador. Algo que inicie no coração de cada um e se dirija constantemente para o coração de Deus, para as boas obras, para as pessoas que não conhecem a Deus.
Bem temos uma idéia, mas como chamar este movimento? Este movimento é para mudar vidas, mudar certezas que muitas pessoas deste mundo tem. Gerar a certeza da vida em Cristo. Mostrar o que Cristo fez comigo e com os outros integrantes da equipe. É mostrar algo grande, algo que só vem de algo superior, que só pode ter vindo do coração de Deus.
Hoje é um dia mais tranquilo para mim.. Somente tenho que lavar louça! rs, mas vou orar e pedir a direção de Deus. É um projeto para Ele, vindo do coração Dele, para atingir os nossos corações.
Vamos orando e trabalhando, cada vez andando mais, para que Deus possa nos abençoar com um nome e um ministério sólido e firmado em Cristo.
Até mais,
DTA!

25 agosto 2009

MINISTÉRIO E VIDA


Hoje acordei meio tristinha, anda acontecendo algumas situações no ministério que eu trabalho junto com o meu marido. Peço para Deus me mostrar o que deve ser feito,que me dê entendimento sabe, porque meu coração está muito triste.
Rodrigo e Eu começamos um trabalho com o ministério de louvor da nossa igreja, começamos a caminhar e crescer, mas de uns tempos pra cá ninguém leva a sério o compromisso que fez primeiramente com Deus e depois com o grupo.Vai completar 1 ano que eu casei e o tempo que o Rodrigo tem pra ficar comigo ele fica no computador estudando se dedicando para que o ministério desenvolva. Marcamos reuniões mas o pessoal não vai. As vezes fica difícil separar as coisas, sou humana também né, tenho vontade de juntar todo mundo e falar ACORDAAAA, olha que vocês estão fazendo, se acham que está difícil, pode ficar pior se não honrar seu compromisso com Deus, o Diabo ta ali do lado só esperando você vacilar para ele pisar. Mas as vezes as pessoas não querem ouvir isso porque da trabalho, tem que abrir mão de muita coisa, ai eu acabo ficando com medo de quebrar o ministério, porque nem sempre a verdade é aceita né.

24 agosto 2009

Entrevista com Joel Houston (Hillsong United)


A seguir uma transcrição de uma entrevista dada por Joel Houston, lider do Hillsong United, em 2007 para a revista eletrônica Christianity Today no Blog. Leiam e veja como esta entrevista está atual, independente do ano em que foi realizada.

Vale lembrar que o ministério Hillsong United vem ao Brasil em 13 e 14 de Novembro e farão shows em Porto Alegre e São Paulo. Há uma caravana da Juventude Batista do ConeLeste que você pode se inscrever e fazer o depósito para ingressos mais baratos. Para Saber mais, clique aqui.

Considerando quão cheia a “cena” do louvor contemporâneo americano se tornou, seu grupo tem mantido uma crescente na popularidade. Como vocês chegaram a esse ponto?

Joel Houston: Consistência. Apenas “fazendo”. Nós até não nos vemos como uma banda tanto quanto como parte de um movimento – Eu acho que talvez até como o bocal pra isso. Tudo isso se inicia em casa, com nossa igreja, a comunidade local. Agora que nós viemos para os EUA e nos unimos com as pessoas aqui e ao redor da Terra (nós estamos descobrindo), que nós compartilhamos a mesma fé, a mesma paixão, o mesmo coração. O que nós estamos fazendo é fluir. Eu não acredito que seja algo que fazemos por 5 anos, e depois o United se torna dispensado. Idealmente é algo que continua, algo que a gente constrói no decorrer do tempo.

Seu impacto continua a ganhar impulso enquanto conversamos. Você acredita que um dia irá se tornar tão grande que vocês não saberão como lidar com isso?

Houston: Eu acredito que com certeza existem certas coisas que devemos pensar a respeito. Mas nossa esperança é manter o mais importante sendo o mais importante. E se o mais importante é criar musicas que pessoas possam cantar em igrejas e que jovens possam se conectar a Deus através delas, eu acho que está bom. Contanto que estejamos sempre mantendo o compromisso com o chamado que temos de servir a igreja e continuar sendo esta nossa base para o porquê do que fazemos. Nós podemos estar em turnê 365 dias por ano, mas nós não estamos, porque este não é nosso chamado. As gravadoras irão dizer para nós fazermos isso porque isso ajudará a vender mais álbuns. Mas no fim do dia, não é o que fazemos.

Então estar no topo das paradas não é a de vocês.

Houston: O desejo é alcançar o máximo de pessoas possível, então isso é provavelmente demonstrado quando mais pessoas compram os álbuns. Mas esse não é o negócio que estamos fazendo. O que estamos fazendo é alcançando o máximo de pessoas que podemos com a mensagem que temos.

Você mencionou seus fortes laços com a igreja local. Quem coloca as limitações em quanto de autonomia vocês têm em termos de turnês e compromissos externos?

Houston: É muito amável o quanto não queremos estar fora – nós não queremos perder muito. Nunca existem conflitos. Isso é realmente uma bênção da nossa liderança e pastores titulares, que tem a palavra final. Se tem alguma coisa que sentimos que será algo bom de fazer, nós dizemos “Nós vamos estar fora esses dias. Vai funcionar com o calendário da igreja?” Antes mesmo de checar, antes mesmo de perguntar, nós olhamos o que vai estar rolando na igreja: Quem está fora, que esta em casa. Então, todos trabalham juntos para resolver essas coisas.


Joel Houston (o primeiro à direita), líder do Hillsong United.

United levantou uma aprovação dos jovens, em parte devido à seus shows eufóricos ao vivo e momentos poderosos de adoração. Como você tem certeza que o aspecto do show de rock não obscureça o contexto de adoração?

Houston: Para nós, é sendo realmente você mesmo. A idéia é que o Espírito Santo faz o seu trabalho e, contanto que estejamos no lugar correto, as pessoas vêem isso. Muitas pessoas vêm aos nossos shows com críticas, mas saem com uma perspectiva diferente – ao longo da noite eles notam a diferença. Ocasionalmente, você irá encontrar uma audiência que você sente que a atenção dela está em tudo que acontece em cima do palco. Especialmente na América do Sul – é uma cultura bem intensa, mais do que nos EUA. Mas depois da quarta ou quinta música, nós dizemos “Ok galera, é por isto que estamos aqui”.

Muitas vezes o Espírito Santo faz esse trabalho para nós. Mas a chave é apenas ir para este lugar você mesmo. Às vezes as pessoas tentam colocar máscaras – tipo que eles querem parecer espirituais, ou seja lá o que for. Mas para nós é tipo: “Tire as máscaras. Deixe que as pessoas vejam-nos verdadeiramente adorando.” Porque sendo transparente, as pessoas podem ver Deus em nós. Essa é a nossa mentalidade.

Com tantos fãs que adoram o trabalho do United, existe em algum momento a tentação para você se tornar
o foco da adoração?

Houston: Sempre existe aquela tentação, com certeza. A natureza humana é egocêntrica. Você vê o tempo todo na indústria de música Cristã – as pessoas desviam o foco para si mesmas. É uma grande ferramenta do inimigo. Mas nós temos uma incrível rede de suporte. Nós somos todos muito honestos um com o outro. Eu acho que o que é muito bom para nós é que a força de quão grande isso tem se tornado, é tão maior que qualquer um de nós individualmente. Contanto que as pessoas tragam o que elas têm – a soma das suas partes multiplicada pela Graça de Deus – então é uma oportunidade verdadeiramente nobre.

O seu chamado é escrever músicas que a igreja possa cantar. Mas o novo álbum All of the above é mais focado em missões do que congregacional, em estilo de escrita. Por quê?

Houston: A minha revelação de adoração aponta para fora. Se nós somos uma verdadeira banda de adoração, eu sinto que nós devemos comunicar ambos: precisamos escrever músicas que glorifiquem a Deus liricamente, mas também escrever músicas que glorifiquem a Deus na maneira que vivemos nossas vidas. As pessoas falam dessa revolução de adoração que ocorreu nos últimos dez anos que era focada apenas em adorar a Deus em música. Saindo deste período, eu acho que o testemunho é que nós seremos julgados em como a igreja viveu em relação a se tornar as mãos e os pés de Jesus e ajudando os necessitados. Essa é uma revelação que tem sido muito forte para a nossa igreja. O que nós fazemos na música é um reflexo do que vivemos em casa.

Fale sobre o “I Heart Revolution”.

Houston:
É tudo sobre criar um retrato global de cultura e pessoas vivendo vidas verdadeiras – circunstâncias diferentes, raízes diferentes, mesmo assim vivendo para o mesmo Deus, para a mesma causa. A idéia toda é motivar a igreja local em relação a o que eu estava falando agora a pouco: amar a Deus na música e com as nossas vidas, mas também viver isso de uma maneira que atinja e contagie a nossa comunidade. O conceito inteiro é: se jovens da Austrália se estimularem em relação à adoração e a atingir a sua comunidade, e se jovens da América do Sul fizerem o mesmo, se isso acontecer por todos os lugares, então a igreja ao redor do mundo, junta, poderá buscar iniciativas maiores.

Que tipo de iniciativas maiores?

Houston: A mensagem toda é, na verdade, sobre virar as costas para o individualismo e não viver vidas focadas somente nelas mesmas. Nós vemos como isso é relevante para qualquer contexto e qualquer cultura. Como adoração e justiça se relaciona a jovens na América do Sul, ou como adoração e justiça se relaciona a jovens aqui nos Estados Unidos. O aspecto do movimento de juntar recursos para igrejas locais e jovens para fazer coisas que são muito simples, e ao mesmo tempo grandes. Em resumo, é ajudar pessoas que precisam ser ajudadas – foco local, impacto global.

A cultura adolescente, em geral, é muito materialista e individualista. Como fazer a geração IPod adorar por ações de serviço?

Houston: Eu acho que esse é o maior desafio para a nossa geração. Minha revelação de adoração é “Amar a Deus, amar as pessoas”. Isso é doar de si mesmo, ser obediente, sacrifício. Esse é exatamente o oposto do individualismo, o oposto de desviar o foco para si mesmo. A ferramenta número um do inimigo é criar uma igreja de Cristãos que é feliz, complacente e contente. “Ótimo serviço, eu me diverti muito, eu adorei a música.” Isso é ser Cristão para muitas pessoas.

Tudo na nossa cultura é focada para o indivíduo. Tudo aponta para você. Digamos, hipoteticamente, que eu quisesse seguir carreira solo. Isso iria se opor diretamente com o que eu penso que Deus realmente quer que eu faça. Não me entenda errado. Não estou dizendo que o chamado de alguns não seja seguir carreira solo, e todos lutam entre seu chamado e seus sonhos. Eu mesmo lido com isso todos os dias, e combato. Mas se os jovens tivessem que entender que a nossa caminhada da fé é uma decisão diária para fazer esses sacrifícios – se nós entendêssemos isso e vivêssemos isso, então a igreja seria o que ela verdadeiramente foi chamada para ser.

Ricardo Oliveira
traduzido por: Bruno Paes e Melina Rachel
Matéria extraída de: Diversitá.blog
Fotos: Hillsong United Brasil

20 agosto 2009

Blog da Brooke Fraser


Encontrei algo que pode trazer um benefício imenso para a vida cristã e vida "Musical" de todos os grupos de louvor, o blog da Brooke! Ela comenta muito sobre SongWriting ( escrever musicas) e pode ser uma ótima idéia para quem sonha em escrever canções voltadas ao coração de Deus.

O blog está em inglês, mas se vc não entende muito, use o googletradutor no site da google.

Ela começa falando sobre como escrever musicas. Ela inicia dizendo que realizará uma divisão nos estudos sobre o assunto. Esta divisão é: Climate, Process e Release.

"Neste blog eu vou discutir a base sobre a qual as músicas são construídas. Quer você goste ou não, há um, e é você. Sua visão do mundo, suas motivações, o seu 'questões' estão indelevelmente marcado sobre tudo o que você criar em sua vida - quer se trate de uma canção ou uma conversa ou um Piu. Consciente do seu headspace e interna-ambiente vai um longo caminho para compreender porque é que são ou não escrito o tipo de músicas que você deseja." Brooke

19 agosto 2009

Hillsong Brasil 2009

Uma novidade que não é mais novidade!
Um grupo modelo, que anima, e que vale a pena trabalhar pra ser igual?
Passei um tempo pensando que talvez se tivessemos as equipes de Louvor de todas as igrejas iguais as equipes presentes na igreja de Hillsong, talvez nosso Brasil estivesse totalmente voltado ao Senhor.
Mas se pararmos pra pensar friamente, nossos tempos são diferentes, temos culturas diferentes. Existe muitos pontos positivos que deveriamos estudar e fazer melhor que eles, mas tem muitas outras coisas que talvez não devêssemos nem chegar perto.
Algumas coisas que deveriamos copiar é o profissionalismo. No Brasil, levita se mistura a palavra voluntario, o que não acontecia no passado biblico. Mas guardada as devidas proporções (de tamanho e arrecadação) as nossas igrejas comuns, não pensam seriamente em manter uma equipe dedicada continuamente a adoração e louvor. Em caso de voluntarios, a equipe pode até crescer, mas quando chega alguém realmente bom, que poderia levar a equipe a plenitude tecnica e até espiritual, esta pessoa só será reconhecida FINANCEIRAMENTE se não houver mais missionários, seminaristas, grupos, casas que devotem atenção da diretoria.
Mas onde está o erro? Nossa cultura diz que existem 2 áreas : O Mundo Gospel e o Secular.
Se trabalhamos para uma operadora de telemarketing secular, tudo bem, porém se trabalhamos para uma gravadora secular somos crentes ruins. É cultura. E para isso mudar, muitos terão que enfrentar isso.
No Exterior, não existe diferença. Eu gostaria muito de trabalhar numa empresa Gospel! fazendo coisas Gospel e sendo Gospel! Principalmente Levita.
Hoje tenho estudado composição, eventos, e informatica profundamente. Tento crescer de todos os lados que me foram entregues. Tento aprender com quem tem muita experiencia (Hillsong) e não cometer os mesmos erros durante o processo de Crescimento. A igreja local, a missão e a SEDE, deve pensar em um todo, no conjunto, mas isso é tema pra uma proxima postagem.
Fiquem na paz!

11 agosto 2009

Estudos e Musicas Novas

Então. Esta semana percebi que estou fazendo minhas "crianças" aprender devagar demais. Pois é, eu dando comida na boquinha e eles quando ficam sozinhos, fazem até churrasco. Vou contar o ocorrido:
Meu carro estragou, então não fui a aula de vocal e nem a aula de instrumental, pedi pro meu irmão dirigir o instrumental e ensaiar uma nova musica, e pedi pra minha Esposa dirigir o ensaio vocal, ensaiando esta musica com um playback. Para minha surpresa, a musica ficou tão boa, que já entrou na lista de musicas do domingo seguinte ao ensaio. É a musica Cura-me da Fernanda Brum. Fiquei pensando: "Quanto tempo perdemos por não deixar eles se virarem". Enquanto eu estava ali ensinando e treinando, eles estavam acomodados. Mas eu fiquei de longe 1 semana e pronto, saíram do casulo como sendo uma grande borboleta. Agora estou num dilema: Ponho eles pra fazer e se coçar e faço outras coisas? ou continuo tentando fazê-los crescer, ministerialmente e tecnicamente?
Bom, pensando estudando as possibilidades, percebi que preciso deixá-los caminhar. Mas com acompanhamento de perto. No máximo 2 ensaios para cada musica. Usando esses ensaios para acertar coisas que ainda faltam de "experiência" para eles.
Vou mudar o foco agora. Iniciarei a busca por textos e estudos, e farei uma ordem para as próximas musicas que treinaremos.
A Comunidade Cristã começará a ver o que realmente importa agora, através da vida destes "Novos Levitas". Vou falar sobre eles num próximo post.
Hoje sei, que é preciso crescer na palavra, antes de crescer tecnicamente ou no ministério. Agora Cristo vai nos falar pra onde devemos ir com todo esse gás.
Até a Próxima.